Julho de algum ano, quarta - feira.
Está noite. Gosto de colocar a cadeira na janela e me apoiar nela para escrever em meu diário. A noite é inspiradora, o escuro, seu frio... me faz sentir bem, livre!
Todas as noites eu rezo. Agradeço a Deus por todas as graças concedidas, as conquistas, meu almoço e minha janta. Agradeço por viver, valorizar minha família e as pessoas que amo. Faço minhas preces, e reforço fé e esperança.
Às vezes durante as conversas e orações, me pego desejando e pedindo benção para outras pessoas. Sinto um carinho e um amor tão imensos, que até em pedidos e evocações estão presentes. É algo gratuito, verdadeiro, bondoso...
Tem um samba que Seu José toca no botequim, e diz: "E quanto mais remo rezo pra nunca mais se acaba! Essa viagem que faz o mar em torno do mar. Meu velho um dia falou, com seu jeito de avisar: Olha, o mar não tem cabelos que a gente possa agarrar!" Lindo, muito lindo.
Na grandeza do mar, com sua calmaria e tempestades, ondas e marolas, o barco caminha sobre as águas, navega no azul intenso acolhedor e desafiador. Não há barreiras, mãos ou cabeços para se agarrar!
É preciso saber ser timoneiro de sua embarcação! Guiá - la, e navegar no mar, na vida. Seu único par nessa jornada é Deus.
Tenho minha janela, meu céu e minha noite, as palavras que expressão minhas emoções e lembranças que dão asas as saudades e combustível para a vida! Sentido ao meu futuro, e desejos de realização.
Todos podem ter suas embarcações, seus barcos, ou navios. Navegando, e seguindo mar a dentro. Certo ou errado, nadarei até você. Te ajudarei a remar, e juntos enfretaremos raios e trovões, e quando o sol chegar o contemplaremos abraçados e unidos, com a certeza que somos céu, mar e fim e o nosso amor é imensidão!
Luisa.
[Botequim da -Lú]
Bem - vindo seja, mas traga cerveja.
Está noite. Gosto de colocar a cadeira na janela e me apoiar nela para escrever em meu diário. A noite é inspiradora, o escuro, seu frio... me faz sentir bem, livre!
Todas as noites eu rezo. Agradeço a Deus por todas as graças concedidas, as conquistas, meu almoço e minha janta. Agradeço por viver, valorizar minha família e as pessoas que amo. Faço minhas preces, e reforço fé e esperança.
Às vezes durante as conversas e orações, me pego desejando e pedindo benção para outras pessoas. Sinto um carinho e um amor tão imensos, que até em pedidos e evocações estão presentes. É algo gratuito, verdadeiro, bondoso...
Tem um samba que Seu José toca no botequim, e diz: "E quanto mais remo rezo pra nunca mais se acaba! Essa viagem que faz o mar em torno do mar. Meu velho um dia falou, com seu jeito de avisar: Olha, o mar não tem cabelos que a gente possa agarrar!" Lindo, muito lindo.
Na grandeza do mar, com sua calmaria e tempestades, ondas e marolas, o barco caminha sobre as águas, navega no azul intenso acolhedor e desafiador. Não há barreiras, mãos ou cabeços para se agarrar!
É preciso saber ser timoneiro de sua embarcação! Guiá - la, e navegar no mar, na vida. Seu único par nessa jornada é Deus.
Tenho minha janela, meu céu e minha noite, as palavras que expressão minhas emoções e lembranças que dão asas as saudades e combustível para a vida! Sentido ao meu futuro, e desejos de realização.
Todos podem ter suas embarcações, seus barcos, ou navios. Navegando, e seguindo mar a dentro. Certo ou errado, nadarei até você. Te ajudarei a remar, e juntos enfretaremos raios e trovões, e quando o sol chegar o contemplaremos abraçados e unidos, com a certeza que somos céu, mar e fim e o nosso amor é imensidão!
Luisa.
[Botequim da -Lú]
Bem - vindo seja, mas traga cerveja.
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