Sinto como se o chão se abrisse, tudo virasse uma imensa piscina e eu pudesse mergulhar, me envolver com todas as palavras, todos os sentidos, timbres, sons. Alto, baixo, grave, agudo, forte! Conheço essa voz, conheço esse som. Aquele ator, aquela foto, essa imagem!
Sorrisos, graciosidade que emociona. Lágrima sincera. Palavras, poemas, expressões, em todos os sentidos e direções, e ao mesmo tempo sem nenhum deles. Vermelho, amarelo, branco, azul, preto! Escuro, tudo escuro, a viola se apresenta, a risada suave e roca se faz presente e ausente.
Fluando em tanta história, navegando com minha ingenuidade de acreditar que posso abraçar tudo, conhecer cada canto, poder discutir sobre cada aspecto.
Você, ela, ele, eu, nós, essa eu conheço! A palavra, a pessoa, me lembram você. O som, a idéia profunda e escondida, moram no seu inteior, procuram a descoberta.
Frutas, cores, a casa da vovó, a rede da varanda. Cheiros, abraços, tudo transborda, exala! O amor, a amizade. Quantas saudades, um rio infinito de lembranças, sorrisos e pranto.
Os amores, a paixão! Loucura, nação, mar, areia, céu! A onda. Envolvidos, tudo junto e misturado, com suas cores, com seus sons, com suas idéias, pensamentos, orações, concordando, discordando, formando, criando, inventando! Nós, ele, aquele, você, a dança, o canto, a saia, a terra.
A cultura, a pátria, cada palavra, todos os significados, infinitas sensações, percepções, Quero senti-las, quero ama-las. Me esqueço, me lembro. A emoção permanece, o brilho dos olhos, a maravilha de compreendê-los de outra forma, e sempre, e tanto, e frenquentemente olhar, de novo e de novo. Entender e perceber o redor com mais dor, com menos sofrimento, com mais paz, com mais bagagem, com mais aprendizado, e acrescenta.
Descanso meu amor na loucura, dizia. O amor é a loucura, a saúde, o sustento, o cotidiano e o que nos tira dele.
A história, as imagens, as curiosas disposições, a inverção, tudo caracteriza e difere, a sua forma ao seu passo.
Quero, preciso, tenho, estou conquistado, na narração, no conto, na música! No reconhecimento da voz, na percepção do momento, na confusão do entendimento.
Tudo, isso, aquilo e o que desejar inventar, com alegrias e tristezas, no ócio, na origem, nas amizades, no absurdo e no tranquilo. Em qualquer lugar, da forma e cara que for, se reconhece, se afirma, e enobrece. Nossa língua.
-Corte de Cetim.
Sorrisos, graciosidade que emociona. Lágrima sincera. Palavras, poemas, expressões, em todos os sentidos e direções, e ao mesmo tempo sem nenhum deles. Vermelho, amarelo, branco, azul, preto! Escuro, tudo escuro, a viola se apresenta, a risada suave e roca se faz presente e ausente.
Fluando em tanta história, navegando com minha ingenuidade de acreditar que posso abraçar tudo, conhecer cada canto, poder discutir sobre cada aspecto.
Você, ela, ele, eu, nós, essa eu conheço! A palavra, a pessoa, me lembram você. O som, a idéia profunda e escondida, moram no seu inteior, procuram a descoberta.
Frutas, cores, a casa da vovó, a rede da varanda. Cheiros, abraços, tudo transborda, exala! O amor, a amizade. Quantas saudades, um rio infinito de lembranças, sorrisos e pranto.
Os amores, a paixão! Loucura, nação, mar, areia, céu! A onda. Envolvidos, tudo junto e misturado, com suas cores, com seus sons, com suas idéias, pensamentos, orações, concordando, discordando, formando, criando, inventando! Nós, ele, aquele, você, a dança, o canto, a saia, a terra.
A cultura, a pátria, cada palavra, todos os significados, infinitas sensações, percepções, Quero senti-las, quero ama-las. Me esqueço, me lembro. A emoção permanece, o brilho dos olhos, a maravilha de compreendê-los de outra forma, e sempre, e tanto, e frenquentemente olhar, de novo e de novo. Entender e perceber o redor com mais dor, com menos sofrimento, com mais paz, com mais bagagem, com mais aprendizado, e acrescenta.
Descanso meu amor na loucura, dizia. O amor é a loucura, a saúde, o sustento, o cotidiano e o que nos tira dele.
A história, as imagens, as curiosas disposições, a inverção, tudo caracteriza e difere, a sua forma ao seu passo.
Quero, preciso, tenho, estou conquistado, na narração, no conto, na música! No reconhecimento da voz, na percepção do momento, na confusão do entendimento.
Tudo, isso, aquilo e o que desejar inventar, com alegrias e tristezas, no ócio, na origem, nas amizades, no absurdo e no tranquilo. Em qualquer lugar, da forma e cara que for, se reconhece, se afirma, e enobrece. Nossa língua.
-Corte de Cetim.