De onde vem a calma daquele cara?
Ele não sabe ser melhor, viu?
Como não entende de ser valente
ele não saber ser mais viril
Ele não sabe não, viu?
Às vezes dá como um frio
É o mundo que anda hostil
O mundo todo é hostil
De onde vem o jeito tão sem defeito
que esse rapaz consegue fingir?
Olha esse sorriso tão indeciso
tá se exibindo pra solidão
Não vão embora daqui
Eu sou o que vocês são
Não solta da minha mão
Não solta da minha mão
Eu não vou mudar não
Eu vou ficar são
Mesmo se for só
não vou ceder
Deus vai dar aval sim,
o mal vai ter fim
E no final assim calado
eu sei que vou ser coroado rei de mim.
-Corte de Cetim.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Da onde vem a calma - Los Hermanos
Vou ver a vida a pé...
Estou com medo. Não sei o que pensar. Inumeras e infinitas explicações rodeiam meus pensamentos, mas nada consegue compreender esse estranho sentimento. Me sinto um grão de areia.
Estou precisando da solidão do amor, de dias produtivos onde o coração não tem tempo pra pensar. Quantas palavras entaladas, quantos desejos recentidos.
Hoje lembrei - me de você. Foi bom...
Minhas lágrimas estão todas presas, meu peito carrega uma bomba relógio. Tempo, tempo, tempo... tambor de todos os ritmos! Dizia Caetano. Escuto sua voz, sinto suas mãos a me puxar, seu empulso a me empurrar, quero, vou, preciso.
Odeio admitir certos motivos, me justifico em outros, também verdadeiros.
Não tenho como prever o futuro, preciso escolher algum caminho, não sei também se vale a pena, mas estou com a mão na maçaneta da porta pronta para seguir.
Você esteve nos meus sonhos, mas nunca te contei, nos meus pensamentos durante pequenos sorrisos, no brilho dos meus olhos. Senti vontade de demonstrar meus desejos, seriam honestos, mas confusos.
Acho que nem sempre somos totalmente seguros, e parte da sinceridade está na falta de palavras, no jeito confuso de falar, e isso também torna a sua importância maior. Acredite.
Gosto de ver o caminho a minha frente, o infinito que se perde ao final da estrada onde meus olhos podem alcançar. Carrego amores, amizades e gestos comigo, lembranças eternas. Preciso do vento no meu rosto, da música nos meus ouvidos, daquele tão compreensível abraço que mesmo raro me faz tão bem. A sensação nunca abandona, permanece em meu peito até a sua renovação, até o próximo encontro.
Preciso ficar, eu quero ficar, assim, aqui, comigo. Desculpa...
-Corte de Cetim.
Estou precisando da solidão do amor, de dias produtivos onde o coração não tem tempo pra pensar. Quantas palavras entaladas, quantos desejos recentidos.
Hoje lembrei - me de você. Foi bom...
Minhas lágrimas estão todas presas, meu peito carrega uma bomba relógio. Tempo, tempo, tempo... tambor de todos os ritmos! Dizia Caetano. Escuto sua voz, sinto suas mãos a me puxar, seu empulso a me empurrar, quero, vou, preciso.
Odeio admitir certos motivos, me justifico em outros, também verdadeiros.
Não tenho como prever o futuro, preciso escolher algum caminho, não sei também se vale a pena, mas estou com a mão na maçaneta da porta pronta para seguir.
Você esteve nos meus sonhos, mas nunca te contei, nos meus pensamentos durante pequenos sorrisos, no brilho dos meus olhos. Senti vontade de demonstrar meus desejos, seriam honestos, mas confusos.
Acho que nem sempre somos totalmente seguros, e parte da sinceridade está na falta de palavras, no jeito confuso de falar, e isso também torna a sua importância maior. Acredite.
Gosto de ver o caminho a minha frente, o infinito que se perde ao final da estrada onde meus olhos podem alcançar. Carrego amores, amizades e gestos comigo, lembranças eternas. Preciso do vento no meu rosto, da música nos meus ouvidos, daquele tão compreensível abraço que mesmo raro me faz tão bem. A sensação nunca abandona, permanece em meu peito até a sua renovação, até o próximo encontro.
Preciso ficar, eu quero ficar, assim, aqui, comigo. Desculpa...
-Corte de Cetim.
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